7 de março de 2017

Garras de Leão (Poesia a Emerson).



Suas delicadas garras de leão
Escrevem, encenam,
Dançam, aplaudem,
Giram, piram,
Protestam, esbravejam,
Abraçam, correm...
E como correm.

Sua alma de leão
Tenta acordar os de sonhos pacatos.
De sonhos sem nexo
De devaneio e ilusões.

Me despertas todos os dias
Ao ponto de achar que não consigo viver sem tua presença.
Ah! Caro amigo
Sabes quão és meu camarada!

Como é doce e real a vida ao seu lado.
Como é fútil a vida rotineira
Da mesmice humana.
Sem o despertar para nos conduzir.

Gratamente, eu sou teu amigo.
Guerrilheiros com livros nas mãos.
Cabeças a mil no exercício de educar.
De saborear o que a vida tem de melhor.

Sonhos a cumprir, sim!
Vidas sem rumo, não!
Pensamentos humanitários, agora!
Amizade, sempre!

Flávio Cuervo

16 de agosto de 2011.

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